Todo papel tem seu desafio, e acho que é isso que deixa a atuação tão incrível! Mas interpretar o Téo em Cúmplices de um Resgate, um menino cego, foi algo totalmente diferente pra mim. Foi um mergulho em um mundo novo, e aprendi demais no processo. Descobrir como ele enxergava a vida sem usar os olhos me fez ver as coisas de outra forma também. Foi desafiador, mas ao mesmo tempo muito especial!